
Confesso que não li centenas de romance e nem milhares de livros. Eu não sou o mais culto dos poetas e nem o mais inteligente dos escritores. Minha escrita vem de mim, ela pulsa do meu coração e impulsiona minha mão quando precisa. Não sei como outros milhares de autores definem o amor e nem como ele se apresentou pra tu. Eu não li todos os romances do mundo e não conheço todos os poetas. Eu tenho minha visão louca sobre o amor por que foi como ele se apresentou pra mim. E pra mim, o amor é aquela preocupação com quem a gente não queria que tivesse que ir. É a mensagem de “quando chegar avisa” e o cuidado diário. O amor veio depois que as feridas se curaram e ainda que possa causar outras, o amor não faz de propósito. Ele é paciente e Compreensivo. Talvez seja uma ideia tirada dos livros, mas eu o conheci e ainda assim o deixei ir. Pois ao amor era grande demais para eu tê-lo só para mim e livre demais para que eu, egoistamente, o fizesse ficar. Foi ai que eu aprendi que alguns amores se vão, pra dar lugar a outros que irão chegar.