
Como episódio isolado do contexto histórico, a crise entre as Forças Armadas e o governo Lula arrefeceu com as reações acertadas aos atos de terrorismo do dia 8 de janeiro. A troca do comandante do Exército Júlio César de Arruda pelo general Tomás Miguel Ribeiro Paiva, de biografia legalista, além da afirmação de autoridade do presidente da República, abre caminho para a despolitização das Forças Armadas. Mas para o avanço desse processo é preciso mais: que o Poder Legislativo assuma a revisão do papel das Forças Armadas exorcizando de vez a ilusão militar de ser o Poder Moderador da República. >> Me segue no Twitter: @jboscorabello