
Ao completar cinco anos sem chegar aos seus mandantes, as execuções de Marielle Franco e Anderson Gomes desonram o Brasil, humilham as famílias das vítimas e envergonham a sociedade. O mistério é suspeito: com os executores identificados e presos não é crível a dificuldade em se conhecer os que sentenciaram à morte a vereadora em plena vigência da intervenção federal no Rio. A discussão, cinco anos depois é a mesma do início: a federalização das investigações como antídoto à contaminação da segurança pública do Rio pelo crime organizado. > Twitter: @jboscorabello