
Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós. Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos. (2 Co 4.7-9) Nós somos vasos de barro. Tudo o que Deus faz Ele o realiza por meio de recipientes frágeis. Embora tenhamos certa beleza e glória, permanecemos vasos de barro. Gostaríamos de ser vasos de aço super-resistentes, mas Deus resolveu manifestar a sua glória precisamente em vasos frágeis. É como se a beleza do tesouro colocado dentro desses recipientes ficasse ainda mais realçada pela fragilidade do material.