
Uma análise de como a cultura política do brasileiro não leva em conta a diferença entre a pessoa privada e a dignidade do cargo público que ela representa. Defendo a tese de que, em geral o brasileiro quando exerce oposição política, o faz de maneira passional. Lança ofensas aos seus desafetos políticos e esquece que está a ofender algo muito maior que é a instituição. O que deveria ser respeitado por todos. Ouça e reflita.