
Nascido Delmirense, da safra de 1982. Usa por vezes o pseudônimo de Antônio Oitibó, e quando, entre um cálice de vinho e outro, sente aquecido o arcabouço, diz para os amigos — “Faço o mesmo serviço do Lineu. Me surpreendo e aprendo, como historiador de formação. Me emocionou com sambas, folks, blues e rocks. Arranho um violão. No underground literário, dou umas cacetadas na língua portuguesa, lendo e escrevendo, e quando dá, vejo o Flamengo, ou o Brasil jogando”. Disse ainda que neste percurso, escreveu três livros de poemas, um romance e um livro de contos, desde o ano 2000. Publicou-se alguns dos seus versos na revista italiana Utsanga, na Revell (revista de estudos literários da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul/UEMS) e na Revista de Educação da Universidade Guarulhos (UNG-Ser). Quando perguntamos para onde vai, durante suas caminhadas, ele nos diz: “Vou na caminhada da evolução do Para Onde.” Ambientalista de espírito. Poeta maldito pela potência da vontade.