
Oi pessoal! Sou Dimitri Taurino um dos membros do projeto de extensão Educando para o Envelhecimento Saúdavel, vinculado à Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi da UFRN em Santa Cruz. Nesse programa vamos prosear um pouco sobre o envelhecimento: Que fenômeno é esse? Como o enxergamos? O que isso representa pra gente? O envelhecimento das populações tem se tornado uma realidade cada vez mais presente no nosso dia a dia. Boletim do Laboratório de Demografia e Estudos Populacionais da Universidade Federal de Juiz de Fora nos diz que 9,6% da população brasileira tinha 65 anos ou mais no ano passado. Significa dizer que o Brasil de hoje já tem mais de 20 milhões de pessoas a partir de 65 anos, correpondendo a uma parcela considerável de nosso povo. Como poderíamos então definir o envelhecimento? O envelhecimento é um processo natural da vida com definições diversas, pois pode ser visto através de múltiplas lentes, dentre elas a biológica, psicológica, social, cultural e a legal. Por isso, alguns estudiosos dizem que podemos encontrar conceitos diversos nos trabalhos científicos. De maneira geral, durante o envelhecimento a pessoa passa por modificações, que vão diminuindo a capacidade de adaptação as exigências impostas pelo ambiente que nos cerca nos tornando mais vulneráveis. Esse conjunto de lentes nos permite compreender que o envelhecimento envolve fatores individuais e coletivos, que interferem tanto na nossa vivência enquanto envelhecemos, mas também como a sociedade nos enxerga, podendo apresentar perspectivas positivas ou negativas. E aí!? Como você enxerga o envelhecimento e a pessoa idosa!? Já havia pensado a respeito disso!? Sabia que essas diferenças de perspectiva podem influenciar a maneira como você envelhece? Do ponto de vista legal, o Estatuto do Idoso estabelece como idosa, a pessoa a partir dos 60 anos, e assegura-lhe direitos fundamentais como o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária, atribuindo essa responsabilidade à família, à comunidade, à sociedade e ao Poder Público. As pessoas idosas de seu convívio tem tido seus direitos assegurados? De que forma você tem contribuído para isso? Pense nisso!