
Ninguém pode ajudar, com suas mãos, uma borboleta a sair do casulo. É no tempo dela que ocorre a transformação na sua melhor versão. Está na determinação e no esforço dela, está na ousadia das suas asas. É devagar que as asas vão se esticando, se abrindo, revelando o colorido e as dimensões, apesar do incômodo do casulo, a partir da coragem em persistir. De igual forma, somos nós.