
"A Morte Vermelha devastca havia muito tempo o país. Nenhuma pestilência jamais fora tão fatal, ou hedionda. O sangue era seu Avatar e seu sinete - a vermelhidão e o horror do sangue. Havia dores agudas, e tonturas súbitas, e depois profuso sangramento pelos poros, com o óbito final. As manchas escartalates no corpo e especialmente no rosto da vítima eram o banimento pestilente que alijava a pessoa da ajuda e solidariedade de seus semelhantes. E o processo todo de acometimento, progresso e término da doença consistia de meia hora". Leitura de conto para o Projeto Um conto todo dia do podcast Prosa do Livro. #edgarallanpoe #amascaradamortevermelha #contos #umcontotododia #prosadivro #podcast #livros