
Continuando nossa conversa, nós recorremos a mitos e humanos para tentarmos compreender o que move um fanático. Seria um amor desesperado pela fé, qualquer que seja? Ou uma forma aterradora do ancestral medo da morte? Um fanático é manipulado em atos e escolhas ou apenas usa deuses e líderes para livrar-se das suas responsabilidades? Todo este percurso é guiado por uma pergunta incômoda e perigosa: o fanatismo é uma doença?