
No episódio 128, a fala é sobre por que insistimos em repetir sofrimentos que já conhecemos tão bem? Por que, diante da possibilidade de algo novo, preferimos voltar para a mesma rua escura de sempre? Neste episódio, Sandro Cavallote revisita a compulsão à repetição freudiana para pensar o que nos mantém fiéis ao sintoma, à dor conhecida, ao “diabo familiar”. Não se trata de falta de força de vontade, mas de uma economia psíquica poderosa, protetora e, ao mesmo tempo, aprisionante. Falamos sobre: compulsão à repetição e fidelidade ao sintoma medo do novo e da angústia do desconhecido luto, elaboração e perlaboração por que mudar dói — e por que permanecer dói também Um convite a trocar a dor estéril da repetição por uma dor fértil, capaz de abrir espaço para a invenção de novos modos de existir.