
No episódio “O que me interessa é a imperfeição”, proponho uma reflexão sobre como a busca obsessiva pela perfeição tem produzido novas formas de sofrimento na contemporaneidade. Entre filtros, performances e ideais inalcançáveis, percebo que estamos nos afastando cada vez mais daquilo que nos torna singulares. A partir da psicanálise, trago uma provocação: e se fossem justamente nossas falhas, marcas, contradições e imperfeições aquilo que ainda preserva nossa humanidade? Uma conversa sobre subjetividade, cultura digital, desejo, imagem e o esgotamento de viver tentando parecer perfeito o tempo inteiro.