
O EGO se ama tanto que acredita que é amado tanto quanto ele se ama. Nesse sentido, basta um elogio ao Eu para que ele fique feliz. O problema para o Eu surge quando o Grande Inquisidor interno se dirige contra o próprio Eu. Condenando-o, recriminando-o, punindo-o até matá-lo. "Diante da morte, eu minto".