
O Eu é uma herança cultural. Essa herança pode ser mobilizada por vozes das fadas madrinhas. O que foi ali fazer aquilo não foi o homem Will Smith: foi o Hércules. A imagem do Eu foi acionada, O Eu imaginário mobilizou o corpo, o homem foi, e fez uma cena traumática. A imagem do Eu é uma imagem inconsciente. Uma cena traumática que jamais será esquecida: O dia fatal em que o Eu perdeu o Oscar. Fica gravada no consciente e no inconsciente. Retorna de noite em pesadelos.