
O Real é o corte no imaginário. "Só no fim desta fala compreendi que era ridícula" O fim dá um corte retroagindo ao início. A metáfora é um fim de uma concretude, uma condensação, enquanto a metonímia é uma fantasia imaginária num deslocamento sem fim. Jung repete várias vezes que sofria do complexo paterno, Jung não tinha limite, sem noção do sentido da Lei - e pedia ajuda ao Pai, Freud!!