
"Jardim fechado és tu, minha irmã, esposa minha, manancial fechado, fonte selada. Os teus renovos são um pomar de romãs, com frutos excelentes, o cipreste com o nardo. O nardo, e o açafrão, o cálamo, e a canela, com toda a sorte de árvores de incenso, a mirra e aloés, com todas as principais especiarias. És a fonte dos jardins, poço das águas vivas, que correm do Líbano! Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim, para que destilem os seus aromas. Ah! entre o meu amado no jardim, e coma os seus frutos excelentes! Já entrei no meu jardim, minha irmã, minha esposa; colhi a minha mirra com a minha especiaria, comi o meu favo com o meu mel, bebi o meu vinho com o meu leite; comei, amigos, bebei abundantemente, ó amados." Cânticos 4:12-5:1. Quando duas pessoas cristãs se casam e se comprometem a ficar juntas até que a morte as separe, não há limite para o prazer sexual que podem experimentar. O sexo foi criado por Deus para a procriação e para a satisfação sexual do casal. Cantares revela a noite de núpcias do rei Salomão com sua esposa. Nesse texto há pelo menos quatro conceitos sobre a base do prazer sexual: O prazer sexual se baseia na atração do marido em relação à sua esposa; O prazer sexual se baseia na atitude da esposa em relação à sua própria sexualidade; O prazer sexual se baseia na aceitação da satisfação sexual mútua; O prazer sexual se baseia na aprovação de Deus. O convite que Deus fez há tanto tempo a Salomão e à sua esposa, a sulamita, é o mesmo que ele faz hoje àqueles que se casam: entreguem-se um ao outro, inteiramente, sem reservas, medo, inibições, egoísmo e usufruam da exclusividade da mesma relação. Esse é o amor criado e aprovado pelo Senhor. Aceitem seu convite: "Comei e bebei, amigos, bebi fratamente, ó amados." (Cc.5:1)