
Geni e o Zepelim não é só uma canção. É um espelho desconfortável. Neste episódio, eu revisito essa obra do Chico Buarque para falar sobre moral seletiva, hipocrisia social e sobre como certos corpos só são tolerados quando servem a um propósito. Geni é amaldiçoada, usada, descartada e novamente condenada. E nada disso é ficção distante. A partir da letra, eu costuro reflexões sobre exclusão, violência simbólica, gênero, desejo e poder. Sobre quem decide quem merece respeito. Sobre quem pode ser salvo e quem pode ser sacrificado. Apoie o projeto: https://apoia.se/querqueeudesenhe Instagram: @quer.queeudesenhe YouTube: @QuerQueEuDesenhe_Podcast