
Sem sentido fazer um programa num momento como esse. 01 – Os crachás, Artur de Vargas Giorgi 02 – Coturnos de deus, Juan Terenzi 03 – Teste, Everton Luiz Cidade 04 – Céu que nada no mar, Edu Dieb 05 – Sem título, Giuseppe Mascena 06 – O frio, Eduardo Sinkevisque lendo Fábio Villela 07 – À beira do rio do mel eu penso, Fernando Boppré 08 – Sem título, Gonzaga Neto 09 – Teto, Marina Coelho 10 – Atividade Nula, Eduardo Sinkevisque 11 – Sobre Escrever, Marcelo Mendes lê Miguel Esteves Cardoso 12 – Impressora, Artur de Vargas Giorgi 13 – Na janela há Outros, que às vezes sou Eu, Antônio Oliveira (Mano) 14 – Poço, Demétrio Panarotto 15 – Bom dia, Felipe Maciel Martínez 16 – Barulho do sofá, Roberto Panarotto 17 – Cabeça de alfinete, Eduardo Edu Dieb 18 – Vim, vi... e bebi, Kesley Rocha Dias 20 – O amor é fodido, Marcelo Mendes lê Miguel Esteves Cardoso 21 – Pênis non sense, Alice Souto 22 – Afeto é foda, Eduardo Sinkevisque 23 – Tabuleiro em Selfoss, Juan Terenzi 24 – Alfabético x trecho de 2001 do Kubrick, Nei Schimada 25 – Da linha do tempo, Telma Scherer 26 – Telefone, Artur de Vargas Giorgi 27 – Vinheta, Lorenzo Panarotto #79 NONSENSE | QUINTA MALDITA Idealização: Demétrio Panarotto Edição: Marcio Fontoura Arte de capa: Telma Scherer - @telmascherer Realização: Desterro Cultural - Sintoniza! Distribuição Digital: Comunave Companhia Multimídia Outubro de 2020 quintamaldita@gmail.com #poesia #vanguarda #sarau