
Ontem (18), em depoimento à CPI da Covid, o ex-chanceler Ernesto Araújo atribuiu a responsabilidade sobre a estratégia para obtenção de vacinas para o Ministério da Saúde e ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nas decisões de mobilizar a rede diplomática do Itamaraty em busca de medicamentos alternativos à vacina e sem eficácia científica comprovada. O monitor Caio Mello (do curso de Jornalismo) apresenta os principais pontos declarados por Ernesto Araújo na sessão. O outro destaque fica por conta da escolha, na gestão do ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, por parte de militares, de empresas, sem licitação, para reformar prédios antigos no Rio de Janeiro e, no caso, utilizando a pandemia como justificativa das urgentes obras. Saiba mais sobre esses contratos e o nome por trás dessas operações.