
O cinema de gênero é historicamente um termômetro político. Os filmes de ação, comédia, melodrama e, particularmente o horror, são espelhos que se remodelam para acomodar as ânsias dos tempos em que são criados. Nosso objetivo é elucidar o papel que o cinema de gênero possui no panorama geral do cinema brasileiro contemporâneo, compreendendo como uma das funções da arte a habilidade de lapidar, ou mesmo mudar, sensibilidades. Buscamos entender como o trabalho de Marco Dutra e Caetano Gotardo (tanto no filme "Todos os Mortos" como nos trabalhos pregressos dos realizadores) se inscreve enquanto formas de resistência sensíveis ao contexto fascista que assola o Brasil de 2021. Com a participação de Júlia Aguiar, nossa repórter de política e Lucas Wagner Nunes, cineasta e crítico de cinema. Arte especial: Deep Alpa (@deepalpa) Instagram: @jornalmetamorfose Twitter: @ometamorfose www.jornalmetamorfose.com APOIE O JM! Faça uma doação para o jornal, qualquer quantia ajuda na nossa luta diária! Nossa chave do PIX é: sigametamorfose@gmail.com Como prometido no episódio, segue a lista de links importantes: "Todos os mortos" online: Youtube Caetano Gotardo: @caetano.gotardo Marco Dutra: @marcodutra Mawusi Tulani: @mawusi_tulani Clarissa Kiste: @clarissakiste Carolina Bianchi: @bianchicarolina Thaia Perez: @thaiaperez Rogério Brito: @rogeriorogerbrito Salloma Salomão: @salloma.salomao Sara Silveira Dezenove Som e Imagens Vitrine Filmes: @vitrine_filmes