
Neste episódio o diálogo será com a Dinha (@dinhamarianilda). Menina, migrante, favelada e ávida leitora, aos doze anos de idade começa a escrever um diário que, mais tarde, evoluiria para o gênero poesia. Com 20 anos, ela ingressou no curso de Letras pela Universidade de São Paulo (USP) e participou da fundação do coletivo político-cultural Posse Poder e Revolução. No ano de 2013, a mesma fundou o coletivo editorial de mulheres negroperiféricas pela Edições Me Parió Revolução. Em 2019, foi homenageada pela EMEF Cândida Dora Pretini, tornando-se patrona da sua Academia Estudantil de Letras. De acordo com a professora e pesquisadora Heloisa Buarque de Holanda, depois de Conceição Evaristo, daqui a vinte anos, Dinha será a próxima mulher negra e periférica a ser homenageada pela Feira Internacional do Livro de Paraty (FLIP). Atualmente, é educadora, ativista contra racismo e liderança comunitária. Ela é mestre e doutora em Estudos Comparados de Literaturas em Língua Portuguesa pela USP e editora que atua de forma independente e autora de oito livros. 🎙Acessem nossas redes, curtam e compartilhem as programações mais amplas e diversificadas da sua rádio web – Uma verdadeira Mixtura. 🎧 Linktr.ee na Bio do perfil do Instagram da @radiomixtura e @jornalistaslivres onde você encontra todas nossas redes sociais oficiais e dos nossos parceiros. 🌳🍃🌿 #radiomixtura #JornalistasLivres #radiomixturadialoga #literatura #linguaportuguesa #agsolanotrindade #hubcriativo #ativismo #mulheresnegrasperiféricas #lid