
O presidente Jair Bolsonaro vetou o projeto de lei que concedia o pagamento da cota em dobro do auxílio emergencial de R$600, ou seja, R$1.200, a pais solteiros. O texto previa que o benefício fosse pago a pais solteiros independentemente do gênero e priorizava as mães em caso de ambos solicitarem o auxílio. A justificativa do veto foi a ausência de impacto orçamentário e financeiro para implementar a ampliação do benefício. Mesmo assim, o Governo, por conta do projeto ter amplo apoio no Congresso, ressaltou que a decisão final caberá aos parlamentares, que podem derrubar a decisão do presidente e restabelecer a medida. Em comunicado divulgado pela Secretaria-Geral da Presidência da República para justificar o veto , a pasta ressalta que não se trata de "um ato de confronto".