
Pessoas LGBTQIA+ compõem uma parcela significativa da sociedade: as estimativas são em torno de 10% da população brasileira. Mas, quando olhamos para o futebol, o esporte mais popular do país, especialmente o masculino, é praticamente nula a quantidade de pessoas assumidamente LGBTQIA+ que estão inseridas nesse ambiente -- muitas vezes, elas acabam assumindo-se após encerrarem a carreira. Por que isso acontece? O que ainda torna tão difícil para que um jogador LGBTQIA+ assuma sua sexualidade publicamente? O que é preciso fazer para que o futebol se torne um lugar mais confortável e mais inclusivo para as pessoas LGBTQIA+? O programa Ser e Pertencer busca respostas para essas perguntas e explicações para entender esse fenômeno. Este programa foi produzido como trabalho final da disciplina Áudio e Radiojornalismo do primeiro semestre de 2022. Roteiro, locução e edição por Crizan Izauro e Geovani Martins Coordenadoria técnica: Rock Bezerra Monitoria: Luis Ricardo Pires e Kauê Alberguini Orientação geral: Profa Valci Zuculoto