
A mortalidade materna ainda é um desafio na saúde pública no Brasil, embora mais de 90% das gestantes brasileiras tenham acesso ao pré-natal. Em entrevista ao jornalista Adriano Faria, a Dra. Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Presidente da Comissão de Mortalidade Materna da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), analisa os altos índices de mortalidade, suas causas e como a medicina atua para minimizar os riscos. Acompanhe.