
Mudança em regra trabalhista exige que as empresas incluam os riscos psicossociais no gerenciamento de riscos ocupacionais. Isso abrange questões como estresse crônico, burnout, assédio moral e excesso de cobrança, que devem ser prevenidos e monitorados continuamente, visando diminuir afastamentos por problemas mentais e criar ambientes de trabalho mais saudáveis. A norma começará a ser fiscalizada em 26 de maio. Em entrevista ao Conexão Senado, a advogada trabalhista Naiara Insauriaga explica como a norma pode mudar a prática das empresas, e destaca os principais riscos a serem monitorados e os desafios na implementação dessa gestão.