
Arte e afeto como forma política para as travestis. Em um país que ainda lidera o ranking de assassinatos de pessoas trans, amar a si mesma vira um ato político. A cantora Vita Pereira refletiu sobre arte, afeto e resistência como travestis no último dia da FLUP, a Festa Literária das Periferias, na mesa “Ninguém poderia me parir se não eu mesma”. Supervisão: Giovana Erthal Reportagem: Kemelen Costa, Maria Izabel do Nascimento e Ana Carolina Patomatti Edição: Gabriel Savelli