
Se lei for sancionada, acabam as denominações “amargo” e “meio amargo” e porcentagem de cacau terá que ser explicitada nas embalagens. Produtores comemoram, mas indústria reclama de sobreposição com regulação da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) e alerta que haverá aumento de custos que pode chegar aos preços. Trabalho realizado na disciplina Laboratório de Áudio do curso de Jornalismo da Escola de Comunicação. Reportagem: Vanessa Alvanier Edição: Marcelo Kischinhevsky