
A Lei 12.990/2014, de cotas raciais no serviço público, prevê reserva para negros quando a oferta for igual ou superior a três vagas, mas instituições (inclusive de ensino superior) usam diferentes mecanismos para burlar a legislação. A professora da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Ana Luisa Araújo de Oliveira, que também coordenou o estudo, explicou as motivações e as dificuldades do levantamento. Conversamos também com o diretor do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da UFRJ (NEABI), Wallace de Moraes, para entender as origens da exclusão negra no corpo docente das universidades. Reportagem: João Vitor Prudente Edição: Ludmilla Maia