
Pesquisa aborda impacto do estigma da Hanseníase na adesão ao tratamento A Hanseníase é considerada a doença mais antiga que se tem registro. Também chamada de Lepra, termo que caiu em desuso na medicina, a enfermidade infectocontagiosa atinge os nervos e a pele, por meio de sintomas, como manchas e formigamento nas mãos e pés. No passado, os portadores da hanseníase sofriam intensamente com estigma por conta da associaçãocom símbolos negativos, como o pecado, a punição divina e a impureza. Anos se passaram, mas alguns estigmas permanecem. Essa é abordagem da pesquisa “O Impacto do Estigma da Hanseníase no Tratamento de Pacientes em Unidades Básicas de Saúde do Município de Imperatriz – MA no ano de 2023”, conduzida pela pesquisadora, graduada em Medicina pelo Centro Universitário do Maranhão (CEUMA), Sarah Santana. Já a orientação ficou a cargo do Prof. Dr. do Curso de Medicina do CEUMA, Marcelo Hübner. Confira! Produção: Pedro Batista Áudio: Marcos Belfort Mais em https://portalpadrao.ufma.br/universidadefm/noticias/pesquisa-aborda-impacto-do-estigma-da-hanseniase-na-adesao-ao-tratamento ATENÇÃO! Se você é pesquisador e quer apresentar o seu trabalhono Rádio Ciência, ou Rádio Ciência Entrevista, entre emcontato via DM no www.instagram.com/radiouniversidadefm Participe também do Media Training gratuitopara pesquisadores da Fapema: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdol6hqC6GBktPjzKBjN6Z_v8oE5np6gZMfoUxmk5IiuBtZYQ/viewform?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAaecIh8SZmEnd8m4_H6EV4PcDKggSn4k11rfvxH9FKf7YI6ieOY9olj1xEThDA_aem_LtduWR9ep-4HIo-gLGsVgg