
No nosso tempo histórico, as razões das coisas parece que precisam ser mais e mais re-explicitadas. Aqui fala-se da pressão do mainstream sobre a cultura, em todas as instâncias, das formas de resistência, o problema do cliente, do inacabamento inerente. E também fala-se algumas das razões da escolha deste nome. O problema da comunicação como produção de igualdade de condições, é algo que se fala aqui também. O texto "Sobre diferença sem separabilidade" (Denise Ferreira da Silva) é uma referência que aparece no meio do episódio.