
A justiça é uma decorrência do caráter de Deus. Na antiguidade bíblica, três tipos de pessoas eram as mais vulneráveis: os estrangeiros, as crianças e as viúvas. Por essa razão, Deus instrui claramente que devem ser protegidos. Tiago capta a mente de Deus quando diz que para o Pai, “a religião pura e verdadeira é esta: ajudar os órfãos e as viúvas nas suas aflições e não se manchar com as coisas más deste mundo” (Tiago 1.27). A justiça deve ser também uma decorrência da nossa experiência de fé. Nossa fé deve nos fazer pessoas preocupadas com os pobres. Nossa relação com Deus deve nos tornar pessoas envolvidas com as causas da justiça, onde quer que estejam. A religião não pode ser uma prática apenas pessoal. Tem de transbordar. O reformador John Wesley (1793-1791) foi enfático quando disse que “o evangelho de Cristo não conhece religião que não seja religião social; não conhece santidade que não seja santidade social”. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia