
O que comer, se não há mais uva, nem figo, nem romã, nem tâmara, nem maçã e nenhuma outra fruta? O povo tinha razão em estar triste. Sua dor não era imaginária; era real. Por vezes, passamos por momentos assim. Nessas horas, podemos sentir que Deus se esqueceu de nós. A situação pode ser diferente. O gafanhoto pode ser uma doença ou o luto. A praga pode ser um desemprego ou uma decepção. O que faremos nesses momentos? A resposta dependerá de como estivermos. Por isso, é importante que tomemos os alimentos diários da leitura da Bíblia, da comunhão da oração e da comunhão numa comunidade de fé. Essas práticas nas horas boas nos fortalecem nas horas ruins. Quando lemos a Bíblia, vemos que Deus sempre livrou os seus filhos. Ele até deixou um num deserto por longo tempo, mas não para sempre. Quando oramos, somos consolados pela presença do Espírito Santo. Se estamos firmes, quando a desolação vier estaremos mais fortes. Se estamos firmes, devemos orar. Se estamos fracos, devemos orar. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia