
Trabalhos maçônicos de José Geraldo de Lucena Soares CÓDIGO LANDMARKS DE MACKEY PRIMEIRO ARTIGO: Os processos de reconhecimento são os mais legítimos e inquestionáveis de todos os Landmarks. Não admitem mudanças de qualquer espécie, pois, sempre que isso se deu, funestas consequências vieram demonstrar o erro cometido. -ANOTAÇÃO DO PRIMEIRO ARTIGO- A primeira regra do Grupo Landmarks refere-se ao reconhecimento maçônico de um obreiro com outro ou mesmo coletivamente. Essa identificação reservada ou secreta, pode ser através de sinais, contatos físicos (apertos de mão, abraços et Cetera ), desenhos, palavras, emblemas, escritas e até mesmo de sons. São os instrumentos exotéricos. Outros meios podem ser usados para essa finalidade mantendo-se a mesma discrição, preservando o sigilo da conduta endereçado a pessoa que se deseja. Geralmente, durante a conversação o maçom pode discretamente inserir palavras ou frases para se identificar na esperança de ser captada a mensagem pelo interlocutor. Se tal acontecer, o conhecimento poderá se consumar, mas o emitente deverá ter as cautelas devidas. Usará de outros meios para a confirmação. O costume é que todos esses veículos de comunicação sejam no grau básico de aprendiz para facilitar a recepção, já que todos os maçons são obrigados a conhecê-los. Todavia, nada impede que os instrumentos sejam de outros graus, dependendo das circunstâncias do momento e atinjam o objetivo desejado. Todo esse acervo de meios de reconhecimento é comum da Ordem, cabendo ao obreiro usá-los no grau que estiver. E isso justifica a recomendação que o meio eleito de comunicação seja no grau de aprendiz por ser obrigatório de todo maçom o conhecimento.