
Se não formos cautelosos, nossos sentimentos feridos podem começar a formar nossa identidade. O que pode acontecer é, mesmo que só por um período da vida: ouvirmos tanto a nossa carne que começamos a acreditar nela. Ao chegar nesse ponto, quando “fulano de tal” parece estar nos ferindo mais e mais, pode ser que, na verdade, os nossos sentimentos feridos estão nos ferindo: nosso hiper foco sentimental combinado com uma postura de acreditar no pior em relação aos outros combinado com a interpretação de todas as coisas como “eles me machucam”. Na realidade, no entanto, nosso próprio orgulho é o que continua a nos ferir. The post A Habitual Batalha Contra a Amargura (2) first appeared on Reforma 21.