
Doença de Parkinson e Sexualidade 🎯 Consulte Com Um Especialista Agora (Online ou Presencial)! https://willianrezende.com.br/parkinson Quando se trata da doença de Parkinson (DP), a diminuição da função sexual é praticamente inevitável. Da falta de desejo sexual à baixa libido até dificuldades com o funcionamento orgástico, essa doença neurológica crônica e progressiva pode prejudicar sua sexualidade de uma forma ou de outra. O Parkinson afeta o sistema nervoso autônomo, que controla a resposta e o funcionamento sexual. O Parkinson atua sobre os neurônios na substância negra do cérebro, fazendo com que as células nervosas produtoras de dopamina morram. Como a dopamina é uma substância química que transmite sinais entre partes do cérebro que normalmente coordenam o movimento do músculo liso, isso é crítico para a função sexual em duas frentes. Primeiro, essa queda de dopamina pode resultar em uma diminuição do desejo sexual e interesse sexual. Segundo, acredita-se que os níveis mais baixos de dopamina que resultam causam a perda de equilíbrio, mudanças no padrão e na postura da marcha, rigidez muscular, bradicinesia (o abrandamento do movimento e atividade espontânea) e tremores ao descansar. Os sintomas de Parkinson também podem ser vistos em: Coordenação sexual prejudicada: Em geral, movimentos lentos, tremores musculares e rigidez podem interferir nas habilidades de fazer sexo. A dor física também pode tornar o sexo doloroso ou desconfortável. Muitas vezes fatigada e incapaz de controlar os movimentos do corpo, a pessoa com Parkinson pode encontrar prazeres diminuídos, uma vez que são forçados a ser mais passivos. Disfunção Erétil (DE): Como a Doença de Parkinson afeta o sistema nervoso central, os homens com Doença de Parkinson podem se ver incapazes de atingir ou manter uma ereção, quanto mais ejacular. Problemas com a circulação sanguínea para o pênis e os músculos pélvicos podem se prestar ainda mais à disfunção erétil. Secura vaginal: As mulheres com doença de Parkinson podem experimentar lubrificação inadequada, cujo resultado é sexo doloroso, com infecções da bexiga bastante comuns. Falta de clímax: entre sentimentos e funcionamento sexual reduzidos, ambos os sexos podem não ser capazes de atingir o orgasmo, mesmo quando sexualmente ativos. Hipersexualidade: Embora ocorra em menos de 1% dos pacientes com Parkinson, uma pessoa pode desenvolver um desejo sexual compulsivo por medicações antiparkinsonianas (levodopa combinado com um agonista da dopamina). ============================ 00:43 - Doença de Parkinson e Sexualidade 01:38 - Principais problemas na sexualidade do Parkinson 02:13 - Falta de desejo sexual 04:42 - Problemas motores que dificultam o sexo 06:54 - Exemplo real 07:57 - Disfunção erétil 09:08 - Secura vaginal 09:30 - Falta de orgasmo 10:30 - Desejo excessivo por sexo Fonte para vídeo: https://content.iospress.com/articles/journal-of-parkinsons-disease/jpd160926 🎯 Consulte Com Um Especialista Agora (Online ou Presencial)! https://willianrezende.com.br/parkinson Me acompanhe nos outros canais: Site: https://regenerati.com.br/ Instagram: clinica_regenerati Facebook: https://www.facebook.com/regenerati/ LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/clinica-regenerati/ E-mail: contato@regenerati.com.br Inscreva-se no canal para saber tudo sobre neurologia, Parkinson, insônia, dor miofascial, apneia do sono, Alzheimer, esclerose múltipla, epilepsia, AVC, dor de cabeça e muito mais.