
Luís Campos e Cunha aconselha Montenegro a avançar o quanto antes com um alívio fiscal "para todos". O antigo ministro das Finanças avisa ainda que a valorização das carreiras não deve comprometer as "contas certas", mas são necessárias medidas para pôr a economia a crescer, até porque os 2% previstos pelo Banco de Portugal são "uma miséria". Na plano político, Campos e Cunha admite que o novo executivo pode cair já no final do ano e isso dependerá sobretudo do PS. Quanto ao Chega, antevê que vai continuar igual a si próprio, mas não deverá desaparecer.