
Grafiteiro da primeira escola BR e influenciador de toda uma geração de artistas posteriores, Tinho chuta o balde e provoca em um papo aberto. O artista conta de festa infantil regada a Dead Kennedys, pixação, seu começo na arte, parceiros de estrada, desejo de ser skatista profissional, consciência social através dos rolês e conta sobre as influências que vão de Nietzsche a Beastie Boys sem perder o risco. Vale ouvir!