
Que tragédia é estarmos à porta da Terra Prometida e, por medo e incredulidade, não avançarmos! Que perda de tempo é darmos voltas num deserto que existia apenas para ser vivido durante um tempo muito determinado e jamais ao longo de quatro décadas. A leitura de hoje, embora focada no perdão e na fidelidade de Deus, convida-nos também a refletir sobre que espírito nos anima -um de medo ou um de confiança na ação de Deus?