
Como em outros Salmos, o 22 (ou 21 na numeração da Vulgata), intersecta a dimensão da nossa humanidade frágil com a dimensão vitoriosa do divino num poema que é simultaneamente de lamento e de adoração. Também essas duas realidades se encontram em Jesus, que experimenta o abandono de Deus na cruz, lugar onde paradoxalmente Ele é coroado Rei e de onde Ele se ergue vitorioso.