
" Vai longa a contestação popular à construção da linha circular do Metro de Lisboa , que implicará também a amputação da linha amarela e obrigará ao transbordo no Campo Grande, de todos os que a partir da zona Norte de Lisboa pretendem rumar ao centro da cidade. A recente alteração política na gestão da cidade capital do País, veio trazer alguma esperança a quem não quer ver esta obra realizada, mas o tempo corre a favor da sua concretização. A decisão é política e nunca atendeu às recomendações dos técnicos que desaconselham a obra. Para dar a conhecer essas razões técnicas a RLX- Rádio Lisboa juntou o Engº Fernando Santos, que trabalhou 36 anos no Metro de Lisboa, nomeadamente na Direção de Estudos e Desenvolvimento e o Prof. Mário Lopes, especialista anti-sísmico da área civil do Instituto Superior Técnico, que nos explicam as razões técnicas porque esta obra não deveria avançar."