
Quando analisado de forma isolada, a nomeação da cantora pode até parecer curiosa, mas ao entender a sua relevância para o mercado consumidor do Nubank e o quanto estamos longe de um processo inclusivo e diversificado nos conselhos de administração das empresas, a gente percebe que foi uma vitória - não só na geração de negócios para a fintech e para a Anitta, mas também para a maturidade dos ambientes corporativo predominantemente machistas e preconceituosos. Estudos indicam que mulheres, pessoas não brancas e mulheres não brancas não chegam tão longe não porque seu currículo seja pior ou porque tenham menos ambição, mas porque costumam ser julgadas por critérios mais rígidos devido ao viés inconsciente. Dados mostram, por exemplo, que uma mulher precisa ter consideravelmente mais tempo de experiência do que um homem para ocupar um assento em um conselho de administração. Soma-se ao desconhecimento da carreira da Anitta em si, temos uma combinação de ignorância e inveja por uma parte considerável da internet - principalmente no LinkedIn. Tem 10 minutos? Leia o texto completo aqui: Medium - Rodrigo Pacheco