
A inflação global ganha força com o impacto dos combustíveis. O petróleo Brent fechou em US$ 109,03, pressionando os preços ao redor do mundo. Nos Estados Unidos, a inflação de março pode subir cerca de 1%, refletindo diretamente o choque no petróleo. Na China, os preços ao produtor devem sair de mais de 3 anos de deflação, impulsionados pelo custo de energia. No Brasil, o IPCA de março é esperado em 0,75%, enquanto as projeções para 2026 já sobem para 4,36% no Focus e até 4,7% segundo o BTG. Mesmo com esse cenário inflacionário, o mercado reagiu positivamente a rumores de trégua no Oriente Médio. O Ibovespa subiu 2,91% na semana, com o dólar em R$ 5,16. O fluxo estrangeiro segue forte em 2026, já sendo o dobro do registrado no mesmo período do ano anterior. Agora, os investidores monitoram os dados de inflação para entender os próximos passos dos juros e o impacto no crescimento global.