
No episódio de hoje, vamos analisar os principais destaques econômicos da semana, começando pelo desempenho do Ibovespa, que recuou 0,9%, e do dólar, que encerrou cotado a R$5,73, interrompendo sua sequência de quedas. O Boletim Focus trouxe a 19ª alta consecutiva nas expectativas de inflação para 2025, agora projetada em 5,65%. O IPCA-15 deve subir 1,33% em fevereiro, e sem o bônus de Itaipu, os aumentos nos impostos sobre combustíveis e nas mensalidades escolares devem pressionar ainda mais a inflação de fevereiro. O governo central deve arrecadar R$ 303,7 bilhões em janeiro, um crescimento real de 3,5% em relação ao mesmo período do ano passado. O deflator PCE de janeiro pode indicar um arrefecimento no consumo das famílias, o que alimenta a expectativa do mercado de novas quedas nas taxas de juros ao longo do ano. A economia americana apresentou dados de PMI mais fracos, ajudando a derrubar as curvas de juros dos EUA, o que pode beneficiar mercados emergentes, como o Brasil. Na Alemanha, a vitória de um partido de direita nas eleições pode impactar a política econômica do país. No Japão, os dados da inflação de Tóquio servirão como uma prévia da inflação nacional. Na China, o PMI de manufatura deve reforçar sinais de um setor ainda pouco aquecido. O petróleo Brent fechou cotado a US$ 74,51 por barril. O Brasil pode se beneficiar da possível queda nos juros americanos, mas os dados de emprego serão determinantes para entender se a economia doméstica está desacelerando. Além disso, com a inflação no radar, a popularidade do governo e as eleições do ano que vem seguem como fatores de atenção para os mercados. Fique ligado para mais atualizações no Papo de Economia! 🎙️📉 📊 Brasil🇺🇸 Estados Unidos🌍 Ásia e Europa🛢️ Commodities🔎 Comentários finais