
No episódio desta semana, Leonardo B. Piveta comenta os principais destaques que influenciaram os mercados financeiros. Ibovespa registrou alta de 0,82%, puxado pelas ações da Petrobras. O dólar encerrou cotado a R$ 5,54. O Boletim Focus trouxe melhora nas projeções, com crescimento do PIB esperado para 2025 subindo para 2,20% e inflação recuando para 5,25%. Nos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor (CPI) de maio veio abaixo das expectativas, com deflação em itens como vestuário. A decisão do FOMC sobre os juros sai esta semana, com expectativa de manutenção. Na Europa, a inflação de serviços na zona do euro deve confirmar desaceleração. No Reino Unido, o Banco da Inglaterra tende a manter a taxa básica em 4,25%. O Japão divulgará a inflação de maio. O petróleo Brent teve forte alta de 10,4% na semana, fechando a US$ 73,37 o barril. No Brasil, o IPCA de maio subiu 0,26%, acumulando 5,32% em 12 meses, abaixo do esperado. O COPOM se reúne esta semana, com apostas divididas entre manutenção e alta de 0,25% na taxa Selic. A Medida Provisória do governo confirmou aumento de impostos sobre aplicações financeiras como alternativa ao impasse do IOF. Enquanto o ministro Fernando Haddad sai de férias, o impostômetro ultrapassou a marca de R$ 1,8 trilhão arrecadado no ano Apesar da inflação benigna nos EUA, o conflito entre Israel e Irã e a disparada do petróleo mantêm o alerta aceso nos mercados.