
Em um ano marcado por guerras e conflitos, os investidores viram os ativos de risco irem do inferno ao céu fechando com ganhos acima de 20% em muitos países. A mudança da dinâmica inflacionária e o arrefecimento no mercado de trabalho ajudaram na redução dos juros futuros americanos. Diante disso, o mercado já espera o primeiro corte nas taxas de juros em março. Outra tese que ganhou força ao longo de 2023 foi a inteligência artificial. O ano finalizou com apetite ao risco renovado.