
O primeiro trimestre de 2024 foi marcado por uma mudança nas expectativas dos investidores. As taxas de juros americanas subiram, impactando o mercado global. O Brasil foi o mais afetado, com o Ibovespa recuando mais de 9% em dólar. EUA: O consumo americano acelerou, pressionando a inflação. Isso levou o Federal Reserve a adotar uma postura mais cautelosa, adiando o corte de juros previsto para o início do ano. Europa e Ásia: A Europa mostra sinais de melhora, enquanto a China se recupera gradualmente. O Banco Central Europeu sinaliza cortes de juros, enquanto a China busca impulsionar seu crescimento. Brasil: A inflação brasileira permanece alta, enquanto o mercado de trabalho se mostra forte. O Banco Central cortou a Selic, mas sinalizou desaceleração no ritmo de queda. A bolsa brasileira sofreu com a saída de capital estrangeiro, mas a balança comercial segue positiva. Commodities: O preço do minério de ferro e das commodities agrícolas recuou, enquanto o petróleo subiu. Brasil: O Banco Central enfrenta o desafio de controlar a inflação em um contexto de mercado de trabalho aquecido. O risco fiscal também é uma preocupação, com a expansão dos gastos e a busca por novas fontes de receita.