
Estar sozinho é o mais próximo que experienciei da morte, e por isso encaro esse processo cada vez com mais coragem, não por vontade de morrer, mas para vencer o medo da morte. Sozinha, eu me esqueço do mundo e o mundo se esquece de mim por alguns breves instantes, e passamos a não existir um pro outro e esse limbo é uma outra forma de viver.Uma forma silenciosa, ocupada por pensamentos espalhafatosos e autoreflexões excessivas.