
Nos últimos 20 anos, os líderes religiosos têm adotado padrões empresariais e valores organizacionais para a igreja. Afinal de contas, ela precisa crescer! Na prática, esta tendência reduz a igreja a uma série de ministérios administrados pela habilidade de eficácia de um bom gestor. O perigo desta tendência está na liderança espiritual a partir dos conceitos empresariais, e perder a real visão da igreja quanto sua identidade como comunidade social.