
Além de ter que lidar com o etarismo, que é a discriminação relacionada a estereótipos de idade, pessoas LGBTQIA+ com mais de 50 anos sofrem outro tipo de preconceito: a LGBTfobia. Sem contar que a falta de dados sobre essa população dificulta a promoção de políticas públicas que garantam uma vida digna e, principalmente, o acesso à saúde.