
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica determinou um inquérito para apurar o aumento dos preços dos combustíveis nos postos. O ofício assinado pelo presidente do CADE, Alexandre Macedo, sugere que a conduta pode ser enquadrada como "infração concorrencial da classe colusiva, ou seja, assemelhada a cartel e, portanto, possuindo os mesmos efeitos danosos à concorrência".